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| Diego Barboza pode ficar suspenso por até dois anos (Foto: Marcelo Seabra/O Liberal) |
A informação ainda é mantida sob sigilo no Paysandu. O GLOBOESPORTE.COM entrou em contato com Rodrigo Badaró, membro do departamento médico do time paraense, que não quis informar qual a substância proibida encontrada na urina de Diego Barboza.
- Esse é um assunto que está sendo tratado diretamente pela diretoria e o departamento jurídico do clube. No momento certo eles vão dar todas as informações sobre o caso. Eu ainda não posso me pronunciar sobre isso.
Assim que recebeu o comunicado de doping pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o Paysandu não deixou que Diego ficasse no banco de reservas do jogo diante do Palmeiras e nem fosse relacionado para as partidas seguintes. Oficialmente o meia não vinha sendo escalado por estar em recuperação de lesão.
O Paysandu pagou R$ 10 mil e pediu uma contraprova do exame. A reportagem entrou em contato com Alberto Maia, membro do departamento jurídico bicolor, que apenas confirmou a situação e disse que ainda espera o resultado para que o Papão tome as devidas providências.
- Existe um procedimento de apuração desse caso e ainda não há nada de concreto. Estamos aguardando a confirmação para que possamos fazer a defesa do atleta. Vamos ter que esperar para saber, também, se o STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) vai fazer a denúncia do doping, caso ele seja confirmado na contraprova.
Caso o doping de Diego Barboza seja confirmado, o Paysandu e o atleta fazem uma defesa prévia. A partir de então, a procuradoria do STJD decide se oferece a denúncia ou não. De acordo com o artigo 102 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), após o resultado, o a CBF tem 24h para enviar o laudo ao STJD, que decreta ou não a suspensão preventiva por no máximo 30 dias. O jogador pode ficar até dois anos de fora de competições oficiais da CBF.
globoesporte.com

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