O departamento jurídico do Paysandu fez um boletim de ocorrência após a partida diante do Atlético Goianiense, realizada no último sábado, no Estádio da Curuzu. O árbitro Rodrigo Batista Raposo, do Distrito Federal, registrou em súmula que teve que paralisar o jogo em dois momentos, depois que um raio laser foi lançado em direção aos seus olhos, no segundo tempo do confronto. Em contato com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM, o advogado bicolor Alexandre Pires explicou que o BO tem a intenção de evitar punições futuras ao clube no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
- O clube identificou o condomínio de onde partiu o laser. Registramos ocorrência policial, notificaremos o condomínio sobre o fato e entraremos com uma ação judicial de danos, já que a partida foi paralisada por duas vezes, prejudicando o clube – explicou Pires.
Na súmula eletrônica que pode ser visualizada no site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rodrigo Raposo cita que “... aos 38 minutos do segundo tempo paralisei a partida, devido a um raio laser que veio de um prédio ao lado do estádio, que foi direcionado aos meus olhos, interferindo no andamento da partida. Após a minha comunicação ao chefe do policiamento (major Macedo), o uso do laser foi interrompido e assim dei prosseguimento a partida. Porém, aos 41 minutos do segundo tempo paralisei, novamente, pelo mesmo motivo, sendo que desta vez, após providências do policiamento, a partida teve seu prosseguimento normal até o seu término”.
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| Árbitro relatou em súmula o incidente com o laser no Estádio da Curuzu (Foto: Reprodução/cbf.com) |
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